Fazenda apresenta balanço do 3º quadrimestre de 2017

bALANÇO - Secretário Angelo Bevilacqua durante a apresentação do balanço da prefeitura

O Secretário da Fazenda e Finanças, Angelo Bevilacqua, apresentou na tarde de segunda-feira (26), na Câmara Municipal, o balanço da Prefeitura referente ao terceiro quadrimestre de 2017. Durante a apresentação, que é obrigatória, o secretário afirmou que as receitas do município, de um modo geral, estão dentro da meta estipulada no início do ano. Alguns fatores como a crise econômica, por exemplo, impactaram na arrecadação, mas os números, nesse momento, não são preocupantes.

“A meta para o último quadrimestre de 2017 era de R$ 479,4 milhões de arrecadação e realizamos R$ 388,9 milhões, uma queda de 18,9%. Apesar de parecer alta, está dentro do esperado e da normalidade. É muito complicado prever como o mercado vai se comportar, ainda mais em um momento de crise”, afirmou o secretário.

Entre as arrecadações tributárias que apresentaram queda estão o ISSQN, cuja meta era de R$ 64,9 milhões, porém o total arrecadado foi de R$ 61,1 milhões, queda de 4,7%. A arrecadação com o IPVA também ficou abaixo da meta – 19,8% menos. Já a arrecadação com o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) obteve arrecadação de R$ 10 milhões, sendo que a meta era de R$ 9 milhões, um crescimento de 11,6%.

O Secretário também demonstrou que a Prefeitura está cumprindo o investimento obrigatório na Educação e na Saúde. Na secretaria de Educação a legislação exige que sejam investidos 25% da receita recorrente de arrecadação de impostos, e Prefeitura aplicou a totalidade de recursos. Já na Saúde, onde a legislação obriga a aplicação de 15%, a Prefeitura de Rio Preto investiu 25%.

“A Prefeitura de Rio Preto está numa situação invejável com relação às finanças. Para se ter uma ideia, temos um potencial de endividamento de até 120% da Receita Corrente Líquida e aplicamos apenas 17%. Também estamos muito longe da meta de gastos com a folha de pagamento. A meta imposta pela Lei de Responsabilidade Fiscal é de 54%, nós aplicamos 35%. O que nos deixa numa situação confortável em relação a outras cidades do país”, afirmou.

 

Da REDAÇÃO

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