Estreias de Cinema: Um voo e um milagre são temas para “Sully: O Herói do Rio Hudson”

Alguns acidentes com aviões têm se tornado comuns nas últimas semanas e, geralmente são tragédias, mas em alguns casos é possível ter um herói. É o que será contado no filme “Sully: O Herói do Rio Hudson”, estrelado por Tom Hancks, que roteiriza o livro de memórias de Chesley Sullenberger e Jeffrey Zaslown, e começa a ser exibido hoje nas salas brasileiras de cinema.

Na trama é narrada a história do voo US Airways 1549, que iria de Nova Iorque para Charlotte, na Carolina do Norte, em 15 de novembro de 2009, mas devido a uma colisão com pássaros, o avião perdeu o impulso de ambas turbinas e caiu no rio Hudson, próximo de Manhattan, seis minutos após decolar do Aeroporto LaGuardia. O que mais chama a atenção é que o piloto “Sully”, como era conhecido, conseguiu fazer um pouso no rio e salvou todos os 155 passageiros a bordo.

O feito é conhecido como o “Milagre no Hudson”, porém apesar de ter sido saudado pelo público e a mídia, Sully vai precisar passar por uma investigação que ameaça sua reputação e sua carreira, e acontece um julgamento coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos.

Dirigido por Clint Eastwood, o filme começa com os créditos e já mostra flashes sobre o acidente. O grande foco em si não é sobre o salvamento dos passageiros, mas sim sobre os questionamentos da decisão tomada pelos pilotos: será que realmente esse era o melhor para a segurança de todos? O que todos os críticos falam é que realmente o filme é emocionante.

“Quem canta seus males espanta”

SING - QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA - FOTO DIVULGAÇÃOEsse título homônimo para a animação “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta”, que teve uma pré-estreia ontem, mas é a grande aposta para alegrar a criançada e família durante o final de semana que vem. Segundo o portal Adoro Cinema, o filme é tão ‘familiar’ que os críticos não acreditam como nenhum diretor tinha pensado nesse tema ainda, já que existem tantos reality shows musicais espalhados pelo mundo. Dessa vez, os animais é que irão tomar conta dos microfones e, com certeza, da risada do público, já que a trama é muito divertida.

Para o crítico Bruno Camelo, “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” consegue resgatar o romantismo das músicas e a ideia de quem canta seus males espanta, principalmente as “feras” do filme. Além disso, mostra que os sonhos fazem parte da vida de todos e resolver os conflitos entre os pais filhos é comum, mas precisa resgatar o amor entre maridos e esposas para continuar uma ordem social.

 

Da Redação

COMPARTILHAR

SEM COMENTÁRIOS