Estreias de Cinema: “Elis” chega aos cinemas e mostra as fases da cantora

De acordo com alguns críticos de cinema, em suma, existe algo de intransponível na era Elis: ela entra na história quer queira ou não. Mas dela, o filme se empenhou em reter o mínimo, ao fixar sua atenção em especial sobre seu talento e caráter.

A semana de estreia do cinema está recehada de novidades. Vai ter tramas para todos os gostos, mas a bola da vez é “Elis”, que retrata a história da cantora desde a infância.

Elis Regina Carvalho Costa (Andreia Horta) entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil a partir do Rio de Janeiro. Em rápida ascensão, ela logo conquista uma legião de fãs, entre eles o famoso compositor e produtor Ronaldo Bôscoli (Gustavo Machado), com quem acaba se casando. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, a “Pimentinha” não tarda a ser reconhecida como a maior voz do Brasil, em carreira marcada por altos e baixos.

A carreira de Elis acontece entre o começo dos anos 1960 e sua morte, em 1982. Um período especial da cultura brasileira: ali há bossa nova e cinema novo, CPC e CCC, ditadura e resistência, Gil e Caetano, Chico e Edu Lobo, teatros Oficina e Arena, TV Record e Rede Globo.

De acordo com alguns críticos de cinema, em suma, existe algo de intransponível na era Elis: ela entra na história quer queira ou não. Mas dela, o filme se empenhou em reter o mínimo, ao fixar sua atenção em especial sobre seu talento e caráter.

O talento é bem conhecido. Uma das cenas mais interessantes do filme mostra Elis, em início de carreira, assistindo a um show de Nara Leão, revoltada com aquela voz pequena.
Para outros especialistas, a trama mostra que ninguém espere encontrar aqui algo análogo a “Piaf”, que em 2007 teve o mérito de apresentar ao mundo Marion Cotillard e mais ou menos só. O que poderia haver de melodramático da vida de Elis está na fase final, mas o filme mantém-se bastante sóbrio em relação ao período.

Aos amantes da cantora, é uma opção para o fim de semana que se aproxima.

 

Tom Cruise volta com
“Jack Reacher”

Jack ReacherPara quem prefere os filmes de ação, a dica é Jack Reacher – Sem Retorno, que conta como Tom Cruise como protagonista.

Na trama, o ator retorna à base militar onde serviu na Virgínia, onde pretende levar uma major local, Susan Turner (Cobie Smulders), para jantar. Só que, logo ao chegar, descobre que ela está presa, acusada de ter vazado informações confidenciais do exército. Estranhando a situação, Reacher resolve iniciar uma investigação por conta própria e logo descobre que o caso é bem mais pessoal do que imaginava.

Segundo os críticos, Cruise produz os filmes das duas séries e continua alardeando sua intrépida vocação para fazer as cenas mais arriscadas sem dublês.
Melhor do que os dois últimos exemplares de “Missão: Impossível”, “Jack Reacher “” Sem Retorno” é uma diversão honesta e despretensiosa. Basta não exigir muito do filme.

A Chegada pode ser um filme memorável

A ChegadaO cinema não é chamado de “A Sétima Arte” por acaso. Desde que existe, as histórias que a gente vê nas telonas são capazes de nos fazer rir, emocionar, impactar, pensar na vida, no que vivemos e no que ainda vamos viver. São poucos, no entanto, os filmes que conseguem alcançar este patamar e realmente te fazer entrar na história ao ponto de esquecer do mundo real, ou te fazer criar um paralelo com sua própria vida, ao mesmo tempo que vê a história de outro alguém se desenrolar ali, na sua frente.

A Chegada, do diretor Denis Villeneuve (Sicario), é simplesmente tudo isso que falei acima, um filme capaz de emocionar e te fazer pensar, ao mesmo tempo que ele trata da visão e o medo que a humanidade possui se, por acaso um dia, a Terra venha a ser invadida por seres de outro planeta. A mistura perfeita entre a ficção científica e o drama faz de A Chegada uma produção única, uma verdadeira experiência.

A forma com a qual o diretor aborda os efeitos da invasão na Terra, a reação dos humanos, o som e as músicas, tudo é tão singular que cria um efeito de suspense incrível no espectador.
Segundo alguns especialistas, A Chegada é uma experiência que faz entender os motivos de tantos amores pelo o que o cinema é capaz de produzir. Um longa que vai mexer com sua imaginação e com seus sentimentos como há muito tempo não via acontecer. Um verdadeiro clássico instantâneo.

 

Da Redação

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