COVID-19: Faceres realiza mais de 110 mil ligações para monitorar residentes de casas de repouso

Profissionais da Faceres fazem reuniões virtuais diariamente

Durante a live desta terça-feira (14), a Secretaria da Saúde de Rio Preto revelou que profissionais da Faceres já realizaram 111.560 contatos telefônicos com as instituições de longa permanência (ILPIs), popularmente conhecida como casas de repousos. Esse contato faz parte das ações de monitoramento de possíveis casos de coronavírus dentro destes ambientes.

Os profissionais da Faceres entram em contato diariamente com 42 ILPIs públicas e 42 ILPIs particulares ou residências geriátricas. “São cerca de 1.300 residentes nestas instituições. Ligamos diariamente e perguntamos sobre a situação do local. Temos uma lista de sintomas e conforme algum deles se manifeste, nós recomendamos a testagem. Funcionários que apresentam sintomas são afastados”, comentou o diretor da Faceres, Toufic Anbar Neto.

Dhoje Interior

Ainda segundo o diretor, os profissionais realizam diariamente uma reunião virtual para debater possíveis casos registrados. Há um rodízio com cerca de 30 pessoas para fazer estas ligações. A Faceres também monitorou 500 possíveis casos com 1.650 ligações de possíveis casos fora das casas de repouso, com uma média de três contatos telefônicos por paciente.

A Secretaria de Saúde também detalhou os monitoramentos realizados pelo Centro de Especialidades Odontológicas (CEO). Foram 2.371 casos monitorados e 25.669 telefonemas realizados para acompanhar casos confirmados e suspeitos. Já a Central 0800 realizou desde maio 11.780 contatos telefônicos e acompanhou 2.356 possíveis casos leves. As Unidades Respiratórias, que também monitoram apenas casos leves, acompanhando 1.601 possíveis casos com 5.356 ligações.

“Pedimos a ajuda dos pacientes para que atendam quando esses profissionais forem fazer os contatos. É um serviço que foi estipulado no país e nós adotamos, na medida do possível, para que todos os pacientes sejam monitorados, principalmente os que contam com algum comorbidade”, afirmou a gerente da vigilância epidemiológica Andreia Negri.

Por Vinicius LIMA – redação Jornal DHoje Interior