Coronavírus exige cuidado para evitar contágio entre cães

A identificação da presença do Coronavírus em um cachorro que vive em Hong Kong colocou autoridades e donos de animais domésticos em estado alerta. Exames iniciais detectaram a doença no animal, que pertence a um paciente infectado pelo vírus, segundo o Departamento de Agricultura, Pesca e Conservação de Hong Kong.
O cão foi enviado para quarentena e agora aguarda os resultados da contra prova do exame.
Embora não existam resultados conclusivos que comprovem o risco para os animais e sua transmissão para os humanos e vice-versa, vale lembrar que um surto de coronavírus, diferente do existente em humanos, matou mais de 80 mil animais há cerca de 40 anos.
Os cães foram as maiores vítimas, que à época não foi considerada uma ameaça à saúde humana.
Segundo reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, diferentemente do novo Coronavírus (Covid-19), o que atingiu em grande escala os cachorros na década de 1980 causava uma doença gastrointestinal. Os animais com coronavirose canina, ou gastroenterite viral canina por Coronavírus (CCV), apresentavam sintomas como falta de apetite, prostração, diarreia e vômitos. A taxa de mortalidade era mais elevada entre os filhotes.
Para evitar problemas, veterinários recomendam alguns cuidados com os cães.
“Os proprietários dos animais de estimação devem usar máscaras em regiões de risco e manter o hábito de lavar as mãos com água e sabão, ou álcool desinfetante, após entrar em contato com os bichinhos. Em caso de alterações na condição de saúde dos animais, deve-se procurar atendimento veterinário o mais breve possível”, afirma Livia Romeiro, do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Da REDAÇÃO

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