Conheça os riscos da osteoporose

A osteoporose é uma doença óssea, que vem de um desarranjo do equilíbrio das células dos ossos (osteoclastos e osteoblastos), que leva a perda da massa óssea, deixando o osso frágil com risco de quebrar. Estima-se que uma em cada três mulheres ou um em cinco homens, com mais de 50 anos já sofreram ou ainda vão sofrer alguma lesão osteoporótica. Só no primeiro semestre de 2018, foram registrados 673 casos da doença na rede pública de Rio Preto.

A doença é conhecida por ser silenciosa, ou seja, os sintomas só aparecem quando as consequências começam a ser mais graves, como uma fratura óssea. Por isso, é importante ter atenção extrema.

Nas mulheres, a doença é mais frequente após a menopausa, já nos homens, os sintomas surgem após os 60 anos. Isso porque, os nossos ossos recebem influência do estrogênio, um hormônio feminino, mas que também está presente nos homens, só que em menor quantidade. Este hormônio ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea.

Maria Luiza Gazoni tem 73 anos, mas tem a doença há 10 anos, Maria diz que não sentia dor nenhuma, até que um dia em exames de rotina, descobriu que tinha osteoporose, desde então ela trata a doença com dois tipos de cálcio diferentes.

“Não sentia dores fortes, nada que me levasse a procurar um especialista, só um pequeno incomodo, uma fraqueza nos ossos, o que eu pensava que era comum”, conta Gazoni.
O diagnóstico é feito de varias formas, a principal é a Densitometria Óssea, que vai mostrar a massa óssea do paciente. É preciso também examinar os níveis sangue cálcio, vitamina D, fósforo, fosfatase alcalina e avaliar corpos vertebrais da coluna através de Raio X.
“As consequências dessa doença podem ser sérias, causando risco de morte, porem as mais comuns são fraturas que alteram a qualidade de vida do paciente” explica a Reumatologista Dra. Maria Solange.

A melhor forma de prevenção é a dieta rica em cálcio (laticínios em geral, leite, queijo, iogurte, coalhadas, mesmo SEM lactose), verduras, peixes (sardinhas, atum) e prática de atividades físicas como caminhadas e abandono de tabagismo. Além dos alimentos ricos em cálcios, a vitamina D é muito importante, que podem melhorar os índices através da exposição ao sol. Colaborou: Thais Lobato

 

Da REPORTAGEM

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