Congresso Médico começa hoje e discute temas como suicído, drogas e autismo

A partir de hoje, às 8h, até o próximo sábado, acontece na sede da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Rio Preto, o XXII Congresso Médico do Oeste Paulista.
Durante os três dias de evento serão abordados nas palestras assuntos específicos das em áreas da Neurologia, Psiquiatria e Pediatria.
Segundo Gerardo de Araújo Filho, presidente do Congresso e diretor científico da Sociedade de Medicina e Cirurgia, o evento seguirá os moldes da última edição, que ocorreu em 2014. “A expectativa é a melhor possível. Nós organizamos o Congresso deste ano com temas atuais e queremos expandir o conhecimento dentro das áreas”, afirmou o médico, que também falou sobre as palestras do evento.
“Os temas estão voltados para atender e divulgar o conhecimento das atividades em áreas correlatas como a Neurologia, Psiquiatria e Pediatria. Então, abordaremos questões como o suicídio, o uso das drogas na adolescência, o autismo, ou seja, todos temas atuais e que fazem parte do cotidiano da sociedade”, explicou Araújo.
Neste primeiro dia, no Anfiteatro da Sociedade de Medicina, acontecerão a conferência sobre suicídio e lesões auto infringidas: uma “epidemia silenciosa”?; e a mesa redonda sobre distúrbios do sono; tudo no período da manhã. Já na parte da tarde, o dia será fechado com a conferência sobre transtornos psiquiátricos e uso de substâncias psicoativas na gestação/puerpério; e a mesa redonda sobre quando a dor na alma vira dor no corpo: abordagem e tratamento dos transtornos dolorosos.
Além disso, ainda acontecem no Anfiteatro, o debate sobre transtornos relacionados ao uso de álcool e drogas ao longo da vida; e na Sala 1, a mesa redonda sobre atualização em psicofarmacologia.
Amanhã a programação do Congresso segue como outros temas como diagnóstico e tratamento do transtorno do espectro autista: o que há de novo?; epilepsia e crises não epilépticas psicogênicas (cnep): interface entre a neurologia e a psiquiatria; diagnóstico e tratamento da depressão ao longo da vida; depressão e ansiedade em crianças/adolescentes: psicoterapia ou medicação?; e doença de Parkinson.

Por – Marcelo SCHAFFAUSER – Redação Jornal DHoje Interior

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