Confira “Nos Bastidores da Política” desta sexta-feira

Acirp pede balanço

O presidente Paulo Sader, da Acirp (Associação Comercial e Industrial de Rio Preto), em reunião ontem com o prefeito Edinho Araújo (MDB), pediu um balanço para saber se há possibilidade de flexibilizar, ou não, as medidas restritivas adotadas para retomar as atividades industriais e comerciais na cidade. Por causa da pandemia, o decreto do prefeito determina que as atividades estão suspensas até 15 de abril. A nova reunião de Sader com Edinho está marcada para a próxima segunda-feira.

Dhoje Interior

Noiva

Para o presidente Paulo Pauléra, o PP, está em evidência neste período de agregar novas filiações por estar formando uma chapa de pré-candidatos a vereador competitiva. “O PP é a noiva da do momento”, diz. A direção do partido montou uma estratégia, segundo ele, com bons puxadores de votos, sendo ele o cabeça da chapa. Diante da estratégia, Pauléra não é nada modesto e prevê que não será nenhuma surpresa a sigla eleger três vereadores para o Legislativo em outubro.

Tentativas

Fábio Marcondes (PL) fez várias tentativas para encerrar seu ciclo como vereador, ou seja, político que pensa avançar na carreira não pode permanecer muito tempo concorrendo ao mesmo cargo. Marcondes sabe disso e tenta galgar novos rumos, porém, a estratégia empacou, por exemplo, concorrer como vice-prefeito. Até agora as tentativas não se concretizaram. Agora, a pré-candidata a prefeita coronel Helena Reis (Republicanos) ainda não tem um parceiro para ser o vice na chapa. Quem sabe…

Provável

Helena Reis já tem um provável nome para ser o seu companheiro de chapa. As tratativas são com o funcionário público Camilo Campetti, lotado no Ministério da Agricultura. Ele está atuando na formação do partido Aliança Pelo Brasil, do presidente Bolçonaro. O ALP ainda não cumpriu as exigências para ser legalizado pela Justiça Eleitoral, portanto, Campetti pode ficar fora do páreo. A vaga de candidato a vice-prefeito poderia ser de Fábio Marcondes, se houver interesse entre as partes, é claro!

Deve cair

Como o número de candidatos a vereador na disputa por cadeiras na Câmara deverá ser elevado, a previsão é que a votação dos candidatos puxadores de votos deverá cair na próxima eleição. A expectativa, segundo o presidente Paulo Pauléra (PP), é que cerca de 520 candidatos vão disputar o processo eleitoral, portanto, os votos serão pulverizados entre os concorrentes. “Candidato com mais de cinco mil votos, como aconteceu em 2016, será muito difícil”, prevê o também presidente da Câmara.

Sumiu do mapa

Sempre foi difícil falar com Gérson Furquim (PP) pelo celular, no entanto, agora é quase impossível. Aproveitando a quarentena imposta pelo coronavírus, Furquim desapareceu do mapa. Como o prazo para mudar de partido se expira dia 4 de abril, Furquim ainda não revelou o nome da sigla que irá se filiar para disputar a reeleição. Será que nenhum partido vai acolher o vereador, que já tem oito mandatos na Casa? Furquim não arreda o pé e tem declarado que estará na disputa na eleição em outubro.

Destino

Depois de muita checagem no meio político, a coluna constatou, no entanto, que há um forte indício de que Gérson Furquim se filiar ao PSDB, para tentar a reeleição pela nona vez, no ninho tucano. O presidente Paulo Pauléra justificou que Furquim não tem mais espaço no PP por estratégia política, ou seja, formar uma chapa de pré-candidatos renovada. Pauléra esclareceu ainda que político em exercício de mandato não tem legenda garantida, como prevê a Constituição Federal de 1988.

Sem chance

Antes da promulgação da Constituição Federal em 1988, qualquer candidato em exercício de mandato tinha legenda garantida para concorrer à reeleição. Com a nova Carta, o privilégio foi extinto e, quando a Executiva de determinado partido decide que não vai dar legenda – no caso do vereador Furquim – está decidido. “Ele (Furquim) não terá legenda em hipótese alguma”, avisou Pauléra. O PDT, por exemplo, negou legenda ao então prefeito Liberato Caboclo para disputar a reeleição em 2000.