Confira ‘Nos Bastidores da Política’ desta quinta-feira (9)

Encalhados

Anderson Branco (PL) (foto) informou que existe número elevado de documentos pessoais e de veículos encalhados no Ganha Tempo da Zona Norte. O vereador disse que os documentos estão prontos, porém, por causa das medidas restritivas devido à pandemia, o Ganha Tempo continua fechado e documentos como RG, CNH e de veículos não podem ser retirados. “Enviei requerimento para o prefeito (Edinho) pedindo providências”, enfatizou. Por falta da carteira de habilitação, motoristas não podem trabalhar, ressalta o vereador.  

Dhoje Interior

Organizado

Se existe um prestador de serviços organizado para a população criado pelo estado, é o Poupatempo.  Não dá para entender, no entanto, como a direção da empresa não encontrou uma solução para atender a população, neste período de pandemia, provocada pelo novo coronavírus. Para evitar aglomeração, o Poupatempo, por exemplo, poderia distribuir senhas e por meio de agendamento atender às necessidades dos usuários, com hora marcada. O número de reclamação pelos usuários é crescente. Ou serviço não é essencial?

Vistoria

Sobre a lei que autoriza mototaxista usar motos com até 10 anos de fabricação, Paulo Pauléra (Progressistas) disse que não corre o risco de veículo sucateado ser utilizado no transporte de passageiros ou fretes em geral. O autor da lei informou que as motos passam por vistoria rigorosa na Secretaria de Trânsito. “Assim como táxis, vans escolares, carros de aplicativos, tudo passa por vistoria e o mesmo acontece com as motos”, diz, acrescentando que se não estiver conservada, não roda. A lei entrou em vigor na semana passada.

Razoável 

A lei que estava em vigor obrigava mototaxista comprar motos novas a cada cinco anos. Paulo Pauléra disse que, devido à situação econômica que enfrenta o país, é impossível que os profissionais do setor troquem suas motos a cada cinco anos. “Por isso, acho que 10 anos é um prazo razoável”, justificou. Pauléra destacou ainda que já viu carro de 30 anos de uso mais novo que um de 10 de fabricação. “Temos que dar um prazo maior para essas pessoas trabalharem”, acrescentando que a categoria passa por momento difícil.

Exagera

Anderson Branco (PL) não esconde seu apreço pelo presidente Jair Bolsonaro. Para seguir o negacionismo adotado pelo presidente diante do coronavírus, o vereador chegou a entrar em covas no Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo. Ao ser indagado sobre a situação de Bolsonaro que contraiu a doença, admitiu que ele “exagerou” ao sair sem máscara no meio de aglomeração. “Ele (Bolsonaro) é dado, dá a mão para todo mundo e se contaminou”, diz. Com a explosão da Covid-19, Branco disse que mudou seu comportamento.

 Duplo prazer   

A Prefeitura interditou acesso ao Júpiter Olímpico, ontem, por causa de aglomeração. Os jovens, o dia todo, com seus skates ou bikes, usavam as rampas do ginásio para se divertir. A um quarteirão de uma base da Polícia Militar, é normal eles aliarem dois prazeres: uso de erva com manobras radicais. Mesmo com o isolamento social, o ginásio estava aberto e as aglomerações eram de praxe, contribuindo para a propagação do novo coronavírus. Com a interdição, por um determinado tempo, o duplo prazer ficará suspenso.

Suspende

A Assembleia Legislativa aprovou projeto do governo do estado, terça-feira à noite, que suspende o pagamento de IPVA de veículos novos, durante a pandemia e situações emergenciais. O motivo é que o Detran, por causa da pandemia, não está emplacando os veículos novos. A proposta tem o objetivo de evitar a aplicação de multas por falta da identificação dos veículos. “Como presidente da Comissão de Atividades Econômicas, destaco a importância de aprovar uma medida com esta”, diz o deputado Itamar Borges (MDB).

Sanciona

A lei que assegura o pleno funcionamento, durante a pandemia de Covid-19, de órgãos de atendimento às mulheres, crianças, vítimas de violência doméstica ou familiar entrou em vigor ontem. O atendimento às vítimas é considerado serviço essencial e não poderá ser interrompido enquanto durar o estado de calamidade pública, causado pelo novo coronavírus. As denúncias, feitas através dos números 180 e 100, deverão ser encaminhadas às autoridades em até 48 horas. A lei foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Por Venâncio de MELLO – Redação jornal DHoje Interior Digital