Com epidemia, Saúde prorroga ações no combate à dengue

Secretaria de Saúde de Rio Preto vai estender as ações contra o Aedes aegypti na cidade (Foto: Divulgação)

Com mais de 8 mil casos confirmados neste ano, a Prefeitura de Rio Preto irá prorrogar as ações destinadas ao combate ao mosquito transmissor da dengue. Como o município vive em estado de epidemia da doença, a Secretária Municipal de Saúde confirmou a continuidade no programa “Rio Preto Unido conta o Aedes Aegypt”, com a visita dos agentes de saúde nas residências durante a semana, e nos mutirões realizados aos sábados.

Na última semana, o município apresentou aumento de 14% da dengue, com o registro de 977 casos positivos. Além das visitas durante a semana no combate a eliminação dos focos do mosquito e a nebulização com inseticida pelos funcionários e o carro do fumacê, agentes da saúde têm realizado mutirões aos sábados para intensificar o combate ao mosquito. Dos sete sábados de ação, 48 mil casas receberam orientação e vistorias dos funcionários da saúde. No sábado, o grupo é composto por cerca de 230 agentes.

Para o gerente da Vigilância Epidemiológica, Abner Alves, o município está preparado para o surto da doença. “Diante dessa situação, nós já vínhamos preparando e executando ações de prevenção e controle, com a realização de mutirões aos sábado, a intensificação da aplicação de inseticida inclusive com uso de veículo no período noturno e o reforço na assistência desde a implantação do Centro de Hidratação para dengue”, explicou.

O mutirão aos sábados foi realizado em 21 áreas de abrangências das unidades básicas de saúde. A região Norte é a área de maior incidência de casos confirmados de dengue em Rio Preto. A UBS Santo Antonio, que atende moradores do próprio bairro e munícipes do Jardim Nunes, Andorinhas, Jardim Zé Menino e Jardim Arroyo , tem o maior número de casos positivos: 822 pessoas. A UBS do Jaguaré vem logo atrás na estatística da Secretaria de Saúde, com 579 casos confirmados. Quatro mortes foram registradas em Rio Preto neste ano.

Por Vinícius MAIA

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