Coluna do Beck: retrosBECKtiva 2018

Relembrar as polêmicas do ano que termina é sempre uma delícia. Só em...

Olar, brazeeel! A partir de hoje até o dia 3 de janeiro, esta coluna realiza sua ‘retrosBECKtiva’ – aquele processo giratório de recapitular os assuntos mais comentados durante 2018 e que você, talvez, deixou de ler porque estava arrumando treta no Facebook ou discutindo no grupo da família. Abaixo, notas pré-datadas que deram o que falar…

Ditadura Pão de Mel (publicada em 12/09/2018)

Daí você pensa que a semana será mais amena com Joesley e Geddel no xilindró e PÁH: Zezé Di Camargo ressurge das paradas cardíacas do sucesso fazendo o cientista político com PhD em História do Brasil.

Não entendeu? A coluna explica: o cantor sertanejo, que até então vinha se mantendo numa escala saudável de barraco na internet, concedeu entrevista à jornalista Leda Nagle para o seu canal no Youtube nesta segunda (11).

Até aqui, tudo oquei… Não fosse pelo fato de Zezé começar a palpitar sobre política – assunto que, segundo ele mesmo, domina com maestria. “Já conversei com alguns políticos, eles ficam impressionados com meus conhecimentos políticos” (bis).
Também tudo oquei até aqui, uma vez que brasileiro é mestre autodidata em futebol, política e textão no Facebook.

Mas o caldo entornou mesmo (ou o refrão não colou) quando Zezé disse que o “Brasil nunca chegou a ser uma ditadura”. Para o filho de Francisco, “muita gente confunde militarismo com ditadura”.

E validou: “Nós não vivíamos numa ditadura, nós vivíamos num militarismo vigiado. Ditadura é a Venezuela, Cuba com Fidel, Hungria, Coréia do Norte, China. Esses são realmente ditadores. O Brasil nunca chegou a ser uma ditadura daquelas que ou você está a favor ou você está morto”, disse o historiador, ops, o músico.

Zezé Di Camargo durante entrevista à Leda Nagle: “Brasil nunca chegou a ser uma ditadura”
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