Civil prende dupla com mil comprimidos de ecstasy e dois mil micropontos de LSD

A Polícia Civil prendeu dois homens em flagrantes por tráfico de drogas, na manhã de sexta-feira (15), no bairro Distrito Industrial, em Rio Preto.
Com os homens foram apreendidos aproximadamente mil comprimidos de ecstasy, dois mil micropontos de LSD, dois frascos de Ice Drops, 30 gramas de maconha, R$1,5 mil e um veículo que era utilizado para o transporte da droga.
Após receber uma denúncia de que os suspeitos iriam receber a droga via Correios, as equipes de polícia judiciária dos 1º, 2º e 5º Distritos Policiais de Rio Preto – S.I.G Sul fizeram campana próximo ao local, quando viram um veículo modelo Astra de cor preta, com placas de Neves Paulista, com os dois suspeitos. Os homens estacionaram próximo ao centro de distribuição dos Correios, foram até o local, pegaram a encomenda e retornaram em direção ao veículo. Na saída, foram abordados e questionados sobre o conteúdo da caixa pelos policiais. Os homens foram presos em flagrante.
O restante dos entorpecentes foi localizado na casa de um dos suspeitos, dentro de um fundo falso escondido na parede do quarto dele.
Diante dos fatos, os suspeitos foram levados para a delegacia da cidade, onde irão prestar depoimento. Em seguida, serão transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto.
Prosseguindo com as investigação, os policiais foram até a cidade de Neves Paulista, onde mora a mãe de um dos detidos pelo tráfico, nada de ilícito fora encontrado e retornaram até Rio Preto em uma residência no Bairro Parque das Flores, e durante as buscas em um fundo falso de uma parede no quarto de um dos suspeitos foi localizado um saco cerca de 1.800 micropontos de LSD, um tablete de maconha, dois frascos com etiqueta “ICE DROPS”, 13 comprimidos de ECSTASY, além de uma quantia de R$1.500 mil a qual se encontrava em uma gaveta do guarda-roupas.
Dando continuidade, a equipe foi até a casa do segundo indiciado, porém após buscas nada de ilícito foi encontrado, e assim retornaram até a unidade policial para formalização dos trabalhos de polícia judiciária, onde a voz de prisão fora reiterada pela autoridade policial.

Por Mariane DIAS – redação Jornal DHoje Interior

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