Centro Médico de Especialidades completa um ano e aumenta número de profissionais

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Qualidade no atendimento e com o corpo clínico atual de 29 especialistas, o Centro Médico de Especialidades completa um ano e terá mais um ramo de atuação a partir de fevereiro:  a contratação assinada nesta semana será para hepatologista. “Rio Preto é referência em transplantes e muita gente sai de sua cidade para fazer o tratamento aqui, com isso, ocorre a superlotação. Com esta especialidade em hepatologia, acreditamos que vamos melhorar mais ainda a qualidade da saúde oferecida na cidade e suprir a demanda dessas pessoas que passam pelo tratamento”, afirmou o  Secretário Municipal de Saúde Interino, André Baitello.

Os pacientes atendidos avaliaram o serviço oferecido e o resultado foi satisfatório com  uma média de 92,48%. A pesquisa de opinião foi feita em todos os meses do ano para obter o nível de satisfação com o serviço, levando em conta os critérios de estrutura física, localização, limpeza, tempo de espera, atendimento na recepção, atendimentos médico e de enfermagem e atendimento de pós-consulta. Entre os itens consultados, o melhor colocado foi “limpeza”, com 92,7%, seguido de “atendimento na recepção”, com 92,47%, e “atendimento médico”, com 91,02%.

“Isso é fruto da organização, do empenho e trabalho feito por todos os funcionários. Nossa aprovação pelos pacientes está com alto índice, melhor até que alguns setores privados. Todo o trabalho é informatizado e a localização que estamos também é muito positiva”, disse Baitello.

Localizado no Plaza Avenida Shopping, o Centro Médico é um serviço público oferece 40 consultórios médicos, em uma área de 1.500 metros quadrados. Para atender exclusivamente a população de Rio Preto, o serviço conta com 144 profissionais, sendo 99 médicos, além de técnicos de enfermagem, agentes administrativos e recepcionistas.

Em 2018, de janeiro a 28 de dezembro, foram ofertadas 210.994 consultas e realizados 155.081 atendimentos. O número de abstenção é algo que a equipe quer reduzir. “Queremos diminuir o número de pacientes que faltam nas consultas, pois agendar e não ir faz com que a agenda do médico fique ocupada enquanto outra pessoa poderia ser atendida. Por isso, estava desenvolvendo o ‘Overbooking’ que é justamente colocar o número um pouco maior de pacientes a ser atendidos em caso de abstenção”, finalizou Baitello.

Por Mariane DIAS

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