Centro de Controle de Zoonoses conta com cerca de 30 animais para adoção

Sem interromper as atividades durante pandemia, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Rio Preto segue com o processo para adoção de animais sendo realizado. Atualmente são cerca de 30 animais, entre cães e gatos, que podem adotados. De acordo com a Secretaria de Saúde são adotados, em média, 15 animais por mês.

“A pessoa interessada pode vir no Centro, onde a equipe responsável avaliará o contexto, se a pessoa tem condições de cuidar do animal, se ela prefere cão ou gato, entre outras coisas. Aqui, ela preenche uma ficha e nos entrega um comprovante de endereço, para dentro de poucos dias concretizarmos a adoção”, explicou o veterinário do CCZ, Ubirajara Leoncy de Lavor.

Dhoje Interior

De acordo com o veterinário, os animais que chegam ao CCZ geralmente são vítimas de maus-tratos de animais. “É importante esclarecer que o Centro de Controle de Zoonoses não pega animais abandonados. Muitos que chegam aqui geralmente é por ter alguma doença ou por ser agressivo e não ter dono, o que acaba se tornando um risco para a população”, comentou.

Outro serviço que segue sendo realizado é o da castração. “Estamos fazendo um ritmo menor do que nos outros anos por conta da pandemia, mas atenderemos todos que realizaram o cadastro online”, afirmou Ubirajara. O CCZ funciona das 8h às 17h, sendo que o período da manhã é destinado para as castrações e o período da tarde para atender os interessados em adotar. O Centro fica na Av. Projetada 2, 1.721 – Estância Jockey Club.

Vacinação Antirrábica

A Secretaria de Saúde informou por meio de nota que recebeu nesta quarta-feira (12) 600 doses de vacina antirrábica da Secretaria Estadual de Saúde. No entanto, a campanha de vacinação que aconteceria entre agosto e novembro, está suspensa por conta da pandemia da Covid-19. As doses recebidas pelo município serão utilizadas para a vacinação de rotina no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) – para casos específicos – e para bloqueio em casos suspeitos de raiva em cães e gatos.

Por Vinicius LIMA – redação Jornal DHoje Interior