Cartinhas do Papai Noel dos Correios já podem ser adotadas

Cartinhas já estão disponíveis para serem adotadas

A campanha para adotar as cartinhas do Papai Noel dos Correios começou em Rio Preto no último dia 7 e vai até 13 de dezembro. As crianças podem fazer seus pedidos até o dia 6 do mês que vem.

Segundo a empresa, a ação nasceu pela iniciativa de alguns empregados que, durante a rotina de trabalho, recebiam cartas escritas por crianças, destinadas ao ‘bom velhinho’, mas sem endereço. Sensibilizados, resolveram adotar eles mesmos as cartinhas e enviar os presentes.

Com o passar do tempo, a iniciativa foi ganhando proporção e acabou se transformando em um projeto corporativo dos Correios. Em 2018, foram adotadas 2.169 cartinhas na cidade.

A adoção pelos padrinhos é feita da mesma maneira em todo o Brasil: as cartas enviadas pelas crianças são lidas e selecionadas, com alguns critérios, como serem manuscritas e conterem, preferencialmente, pedidos de brinquedos, material escolar, roupas, porém outros itens solicitados poderão ser avaliados, sendo as cartas submetidas ao possível apadrinhamento. Não são permitidos pedidos de alimentos.

Outro requisito é apresentar características que permitam identificar o remetente como criança (idade declarada até 10 anos, traços de estilo e aparência da letra, dentre outras). No caso das cartas provenientes das escolas, as crianças devem cursar até o 5º ano do ensino fundamental.

Em seguida, são disponibilizadas na casa do Papai Noel ou em outras unidades da empresa.

As cartinhas podem ser entregues em qualquer agência dos Correios ou nas caixas de coleta. É importante frisar que serão descartadas as correspondências sem remetente completo, com nome e endereço da criança que escreve a carta, incluindo o CEP. Por não se tratar de promoção, todas as correspondências repetidas também são descartadas.

Os presentes devem ser entregues pelos padrinhos na mesma unidade em que adotaram as cartinhas. Posteriormente, os presentes são entregues às crianças exclusivamente pelos Correios.

Por Verônica MAESTRELLA

SEM COMENTÁRIOS