Caravanas de todo país chegam para a posse presidencial

Foto: Divulgação / Agência Brasil

O dia nublado, com pancadas de chuvas, nesta terça-feira (1º), não afugentou os apoiadores do presidente eleito, Jair Bolsonaro, da cerimônia de posse. Em grupos, desceram a Esplanada dos Ministérios, usando camisetas brancas, amarelas, verdes e pretas, nas quais era possível ler “Bolsonaro Presidente” e “Meu partido é o Brasil”.

Muitos portavam bandeiras do Brasil, boa parte comprada no caminho, onde vendedores ambulantes tentavam driblar a fiscalização do Governo do Distrito Federal. As filas, nos pontos de revista, tão logo se formavam já se dispersavam.

Dhoje Interior

Algumas pessoas se desfizeram de bolsas, garrafas de água, objetos e alimentos proibidos na área reservada ao público.

Um caminhão do Exército, com alto-falante, anunciava as medidas de segurança adotadas para garantir a tranquilidade do evento. Informava sobre os objetos proibidos, como guarda-chuva, carrinho de bebê, armas de fogo, mochilas, bolsas, objetos cortantes e suportes de faixas e bandeiras.

Além dos moradores do Distrito Federal, vieram caravanas de todo o país. Alguns chegaram pela manhã e retornariam à noite para suas cidades. É o caso do engenheiro civil Brener Bernardes, que saiu de Uberlândia (MG) às 3h e dirigiu por 420 quilômetros até Brasília. Trouxe o filho Lucas Bandeira Bernardes e o amigo Darlei Ferreira.

Animado com a oportunidade de acompanhar de perto a posse de Bolsonaro,  Bernardes já tinha percorrido os dois quilômetros entre a rodoviária urbana de Brasília e a Praça dos Três Poderes, e voltado ao ponto de partida para se juntar aos companheiros. Disse acreditar que Bolsonaro fará um bom governo.

“Vai combater a corrupção, melhorar a segurança e a saúde. É preciso recuperar a credibilidade do Brasil no mercado externo para o país voltar a crescer”, afirmou.

Agência BRASIL