Candidato ao comando da OAB-SP defende a independência institucional

Foto Claudio Lahos

A advocacia rio-pretense e paulistana terá que escolher a chapa para presidir a OAB
(Ordem dos Advogados do Brasil) para os próximos anos. As eleições para o triênio 2019-2021 estão marcadas para o próximo dia 29 de novembro.

O atual presidente da 22ª Subseção da OAB Rio Preto, Milton José Ferreira de Mello,
apoia os candidatos à presidência Caio Augusto Silva dos Santos (chapa 11- Coragem e
Inovação) para a Seccional de São Paulo e Marcelo Henrique (chapa 2 – Inovação) para
subseção de Rio Preto.

“Nós temos um grupo que há muito tempo vem trabalhando e dentro desse grupo
nós entendemos que a melhor opção, hoje, para dar sequência, avançar e trazer inovações é esse grupo que está com o Marcelo Henrique. É um grupo forte e outros advogados o apoia”, afirmou o presidente da OAB – Rio Preto, Milton José Ferreira de Mello.

Mello ponderou também que, “Nós estamos no conselho compondo a chapa do doutor
Caio e entendemos que seria o melhor grupo para dar sequência ao trabalho que desenvolvemos durante os últimos três anos”, afirmou Mello.

“Tenho a honra de encabeçar a chapa 11 que pretende apresentar um novo projeto,
uma nova proposta de transformação da OAB São Paulo, uma proposta coletiva onde
mulheres e homens possam ter voz e vez no contexto da nossa administração”, afirmou
o secretário-geral da OAB-SP e candidato à presidência da entidade Caio Augusto Silva
dos Santos.

Caio Augusto pondera que a OAB-SP precisa recuperar sua independência institucional:
“O advogado e a Ordem dos Advogados do Brasil precisam ter independência. Será a independência que nos permitirá combater e criticar com todas as forças qualquer que seja o governante que pretende desrespeitar a constituição e desrespeitar o cidadão”, afirmou.

Ao ser questionado sobre a posição do presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, sobre
o abuso dos diretos humanos, Caio pondera que: “Penso que essa manifestação seja mais um recurso de retórica, porque as comissões de diretos humanos que são defendidas em todo o país que têm o seu trabalho na Ordem dos Advogados do Brasil precisam ser respeitadas.

Comissões de diretos humanos não querem defender nada de errado, não defendem
bandidos, não defendem ações equivocadas, não defendem corrupção.”

A eleição da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) será na última semana de novembro e envolve aproximadamente 322 mil advogados.
Por Mariane DIAS

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