CAD Rio Preto conquista 18 medalhas na última etapa do Circuito Loterias Caixa

O Clube Amigos dos Deficientes (CAD/Vetnil/Smel), de São José do Rio Preto, conquistou 18 medalhas, sendo quatro de ouro, quatro de prata e 10 de bronze na 3ª e última etapa do Circuito Loterias Caixa, disputada neste último final de semana, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A equipe de natação – orientada pela técnica Ana Paula Oliveira – garantiu as quatro de ouro, com Dorivan Oliveira nos 50m costas, 100 e 200m livres e Thiago Prachedes ouro nos 50m costas, duas medalhas de prata e seis de bronze. O atletismo, do técnico Flávio Santos, ganhou duas pratas e quatro bronzes.
Dorivan Oliveira fechou os 50m costas com o tempo de 57seg02. Ele ainda foi campeão dos 100 e 200m livres com os tempos de 1min32seg28 e 3min23seg29, respectivamente. Ele ainda foi prata nos 50m livre, com tempo de 43seg28. Thiago Prachedes garantiu o ouro nos 50m costas com o tempo de 1min27seg08 e ainda obteve o bronze nos 50 e 100m livres, além dos 50m peito. Ainda ganharam medalhas os seguintes nadadores: Lucas Taroco (prata nos 400m livre), Vanessa Vilarinho (bronze nos 200m medley e 100m borboleta), Patrícia Paro (bronze nos 100m peito) e Reginaldo Silva (bronze nos 100m peito). Já Vitor Hugo Silva foi quarto colocado nos 100m peito.
No atletismo, Claudiney Santos foi prata no lançamento do dardo, com a marca de 39m12cm, e no disco com 43m82cm. Mais três atletas garantiram quatro bronzes para o CAD: André Martins (100 e 200m), Edilson Béssimo (lançamento do dardo) e Marcelo Kikuti (lançamento do disco). Kikuti ainda foi quatro colocado no lançamento do dardo e Gabriel Neris ficou em quinto no salto em altura.
O Circuito Caixa Loterias foi organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e patrocinado pelas Loterias Caixa. Este foi o mais importante evento paralímpico nacional de atletismo, halterofilismo e natação. Composto por quatro fases regionais e três nacionais, teve como objetivo desenvolver as práticas desportivas em todos os municípios e estados brasileiros, além de melhorar o nível técnico das modalidades e dar oportunidades para atletas de elite e novos valores do esporte paralímpico do país.
Da Redação
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