Armado, segurança surta e ameaça funcionários em agência bancária de Rio Preto

Segundo informações, o segurança 'surtou' e ameaçou funcionários da agência - Foto: Ygor Andrade / Dhoje Interior

A Polícia Militar foi acionada pela gerência de uma agência do Banco do Brasil, localizado na Avenida Constituição, para atender uma ocorrência de ameaça sob arma de fogo.

Segundo informações, um segurança, que cobria férias, sacou a arma e começou a ameaçar os funcionários em uma sala, nos fundos do prédio. Ele teria chegado para cumprir seu turno e se sentado em uma cadeira já agindo de maneira estranha. “Ele sentou, estava com um olhar estranho, e de repente disse para uma funcionária que se ele a matasse ali mesmo, ninguém veria, porque não tem câmeras”, disse uma pessoa ligada ao banco que não quis se identificar.

Dhoje Interior

Hipóteses de um relacionamento amoroso entre funcionários foi descartada.

De acordo com informações, o homem estava bastante alterado quando a PM chegou, mas depois de alguns minutos de conversa, ele acabou abaixando a arma e se entregando.

O segurança foi levado para a Central de Flagrantes onde será ouvido.

O OUTRO LADO DA HISTÓRIA

O DHoje entrou em contato com o vigilante para saber até que ponto a versão contada por funcionários da agência eram verdade e, segundo ele, nem uma das informações passa perto disso.

Ele disse que chegou à agência por volta de 8h30, pouco antes de assumir seu posto. “Fui levar minha comida para guardar, quando fui abordado por essa funcionária. Ela tentou puxar assunto comigo, mas sou muito reservado”, diz o rapaz que trabalha há nove anos como vigilante.

“Eu não quis muito assunto, e ela veio me perguntando por que meus olhos estavam vermelhos. Eu faço um bico à noite, mas ela insistiu e até me ofereceu um café, mas por conta da minha dieta, que é bastante restrita, eu recusei. Tomei um pouco de água e fiquei conversando, por mensagens, com meu supervisor e um grupo de amigos. Quando desci, estava trancado dentro da agência sem ninguém”, disse.

A funcionária teria descido antes do vigilante e contado a história de quele havia feito ameaças, mas o rapaz afirma que em nenhum momento sequer encarou a mulher de uma maneira diferente.

“Agora vou esperar a empresa (de vigilância) e o banco se manifestarem e então tomar as minhas providências”, finalizou o rapaz.

Por Ygor ANDRADE