Acusado de agredir policiais, corintiano Clayson é liberado após depoimento

O atacante Clayson, do Corinthians, foi encaminhado ao Jecrim após a partida com o Botafogo por ter, supostamente, agredido dois oficiais do GEPE (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios).

O jogador prestou esclarecimentos sobre o que aconteceu e foi liberado minutos depois, no Engenhão, onde o time corintiano foi derrotado por 2 a 1 no confronto que fechou a 30ª rodada do Brasileirão. “Não foi nada demais, cheguei a empurrar na confusão”, disse o atacante, após prestar esclarecimentos. O jogador teria batido na mão dos policiais durante a confusão. “Eu achei que era alguém da arbitragem”, completou o jogador. Nas imagens mostradas pela SporTV, fica claro que um policial deu um tapa na mão de Clayson, que em seguida revidou com um outro tapa. O técnico Fábio Carille assinou o depoimento do atacante, como testemunha do caso.

Após cerca de uma hora, o treinador deixou o estádio e foi para o hotel onde a delegação corintiana ficará hospedada até terça-feira à tarde, quando voltará para São Paulo Os jogadores do Corinthians reclamaram bastante da não marcação de um pênalti em Jô, no último minuto da partida. Irritados, eles foram para cima da arbitragem ao final do confronto e também se desentenderam com os atletas do Botafogo.

“Um jogo desse tamanho, um time brigando pro título e outro pela Libertadores, não pode botar um árbitro inexperiente”, reclamou Carille, se referindo a Rodrigo Batista Raposo, do Distrito Federal. O lateral-direito Fagner, um dos atletas corintianos mais exaltados ao final da partida, reclamou também da provocação do meia Bruno Silva, do Botafogo. “Quando a gente ganha a gente respeita. Ele não fez isso. Mandou a gente parar de chorar”, disse o jogador.

 

Da Redação

Conteúdo Estadão

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